terça-feira, 9 de novembro de 2010

internal wolrd wide web. virtual sense

Estranho imaginar-se sem o uso prolongado da internet hoje em dia. Ainda mais engraçado pensar em deixar de usar essa tecnologia voluntariamente por uma semana que seja. Alguma coisa nos ligou à rede de um jeito que ninguém se sente desligado nem por um dia sequer. Existe um sentimento sinestesico de vazio, como se estivessemos perdendo alguma corrente de constantes acontecimentos.
Penso hoje que as redes socias nos aproximam de um jeito bizarro, gerando uma espécie de identidade virtual, onde somos não exatamente nossa versão real, ou talvez até liberemos parte de nossas realidades subconscientes que não utilizadamos normalmente. Assim como podemos forjar facilmente dezenas de mascaras, podemos nos libertar do que restringe a nossa liberdade de expressão, antingindo de alguma maneira algo que sempre esteve ali. Talvez até mesmo nos encher de informação de um jeito nunca feito sem a rede, nos tornando outras pessoas em questão de meses. Tambem se ascentuando aos níveis libidinosos, a procura do conteúdo pornografico real pode ser feita a qualquer hora, assim como o intenso mercado sexual e as redes de encontro online. Isso provavelmente tambem altera nossos niveis hormonais e o relacionamento com as pessoas de carne e osso.
A questão da presença em redes sociais também levanta algumas questões intrigantes sobre como o aumento da facilidade de se marcar eventos e encontrar pessoas, expressar sentimentos e se comunicar mesmo sem a real presença do individuo. Nesses momentos em que estamos ocupados checando nossos perfis e mandando mensagens, estamos participando de um novo tipo de vida social, inexistente a menos de uma década atras. As gerações mudaram num salto exponencial, e a tendencia é o aumento acelerado dessas diferenças. A geração nativa da internet em alta tem agora um comportamento diferente da anterior, e o resultado disso as pesquisas tesntam ilustrar, mas todo o trabalho ainda se mostra dividido.

A internet, é prejudicial? Ela nos tira a liberdade de pensamento individual de antes? O raciocinio diminuiu em função da praticidade?
Ou a quantidade de informação nos da a oportunidade de auto instrução a niveis interminaveis de conhecimento, e mudança pessoal?

Nos tempo em que estou sem nada pra fazer atualizo meus contatos nas redes com os meus amigos. Mas antes disso, eu realmente estaria com eles, tentando alcança-los de qualuqer maneira. Afinal, isso nos une, ou nos isola?
Aqui está alguns trabalhos mais cientificos sobre como a internet altera o funcionamento do cérebro humano, e até dos animais. Vale a pena conferir. Abraço, até mais.

Tirem suas conclusões.
http://ocaminhodafloresta.blogspot.com/2010/08/como-internet-muda-o-cerebro-das.html





ficctionalist man

segunda-feira, 26 de julho de 2010

ficc

Os Vampiros "Reais"

Os psicologos definiram i vampirismo clínico como uma atração sexual pelo sangue. A Sindrome consiste em uma atração compulsiva pelo sangue e um interesse anormal pela morte, que se manifesta na necessidade de beber sangue durante as relações sexuais e também na necrofilia. A Síndrome é rara, porém serve para mostrar que os vampiros estão entre nós:

- Tracey Wigginton bebia sangue de seu amante durante o sexo. Porem, em 1989, chegou a matar para beber sanghe, apunhalando Edward Clyde de 47 anos e bebendo sangue de suas feridas.

- Em 1992, o brasileiro Marcello Costa de Andrade matou e bebeu o sangue de 14 meninos acreditando que com isso se tornaria mais belo.

- A Jornalista Susan Walsh desapareceu em julho de 1996 enquanto investigava uma seita de vampiros adolescentes em Nova York. Antes de desaparecer, havia revelado que eles bebiam sangue humano.

sacanagem

http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/11/07/327073321.asp

Capitalsimo sangue-suga

]Karl Marx compara o capitalistacom o vampiro: "o capital é trabalho morto que, como um vampiro, vive somente de sugar o trabalho vivo e, quanto mais vive, mais trabalho suga (…) o prolongamento do dia de trabalho além dos limites do dia natural, pela noite, serve apenas como paliativo. Mal sacia a sede do vampiro por trabalho vivo (…) o contrato pelo qual o trabalhador vendeu ao capitalista sua força de trabalho prova preto no branco, por assim dizer, de que dispôs livremente de si mesmo. Concluído o negócio, descobre-se que ele não era um 'agente livre', que o momento no qual vendeu sua força de trabalho foi o momento no qual foi forçado a vendê-la, que de fato o vampiro não largará a presa 'enquanto houver um músculo, um nervo, uma gota de sangue a ser explorada' (citação de um texto de 1845 de Friedrich Engels)."